sábado, 28 de julho de 2012

Exercendo meu dever de cidadão


          Concluí minha graduação em Física no final de 2007. Curso terminado, parti logo para os concursos públicos e entrega de currículos nas escolas particulares. O resultado foi relâmpago, em menos de 1 mês já havia conseguido aprovação em um dos concursos, e convidado para dar aulas eventuais em mais uma escola pública. Assumo que a disciplina que escolhi para lecionar não atrai a muitos, logo, profissionais dessa área estão totalmente em falta. Em fevereiro de 2008 já estava empregado como professor na rede pública e, após isso, bastaram 5 meses para também ingressar na rede particular, quando recebi mais um convite de trabalho.
                É realmente uma área com falta de profissionais, e hoje, pouco mais de 4 anos depois, executo minha função em 5 escolas, divididas em 3 cidades (incluindo Ipuã, é claro), trabalhando três períodos por dia. A divisão de horários é bem variada a cada ano, pois nunca sei quando e em qual cidade vou trabalhar em qual dia, não me preocupando muito com isso.
                Esse ano em especial, eis que a organização de horários me deixou com uma pequena folga nas noites de segunda feira, a minha única folga por sinal. Foi quando um amigo meu me convidou para ir um dia acompanhar uma sessão da Câmara Municipal. Ouvia muito falar na sessão, mas nunca havia me preocupado em participar, pensando que aquilo não me acrescentaria nada. Engano meu.
                A sessão é um acontecimento rico em informações e, ali sim, vemos o verdadeiro papel de um vereador. É o lugar perfeito para começar a se interagir politicamente com a sua cidade, ficando a par dos projetos, requerimentos, indicações e ofícios que vêm e vão, mostrando tudo aquilo que está por vir para nossa cidade, ou então, que não veremos tão cedo por um veto ou uma votação contra dos vereadores.
                Mudei radicalmente minha opinião sobre muitos vereadores que, desde então, os havia visto apenas nas épocas de eleição. Com poucas visitas, qualquer pessoa pode concluir quem são os vereadores ativos e aqueles que estão esperando apenas a próxima eleição para se manterem na cadeira.
                Estamos em ano eleitoral, e em pouco tempo irão começar as campanhas, os falatórios, os números e os nomes espalhados. Vai começar o festival de favores, grandes novas amizades e tantas outras coisas que envolvem essa época, e que, se eu começar a falar, não conseguirei acabar. Não digo que visitar a sessão seja a solução para ver realmente quem merece ou não seu voto, e, nas palavras de um grande amigo meu (ex-vereador de nossa cidade) "a sessão da Câmara Municipal, é apenas a ponta do Iceberg". Mas acredito que seja um bom lugar para começar.
                E não posso deixar de comentar que durante minha última visita, os vereadores se mostraram gratos com nossa constante presença, nos agradecendo por estar sempre participando. Isso mostra o quão a população está afastada de algo que ela têm o dever de participar mais do que ativamente, pois quando chegar a hora da eleição, de nada adianta reclamar que perdeu seu voto.
                Os resultados vêm com o trabalho, e seus direitos vem junto de seus deveres. Então, faça isso, exerça seu papel de cidadão.  

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Ipuã e a (falta de) educação no trânsito


Coincidência ou não.
Semana passada, eu dirigia na Av. Dona Tereza, bem atrás de um Gol com placa de Uberaba. Tudo tranquilo, até chegarmos no cruzamento com a Rua Moreira César. O carro invadiu o cruzamento ao invés de parar, fazendo com que um Prisma, que se movimentava sentido Guaíra, brecasse bruscamente. Meu espanto foi imediato, pois não acreditei que o Prisma pudesse parar à tempo, mas felizmente ele conseguiu. A motorista do Prisma, como todo motorista nervoso que se preze, tratou logo de ofender o motorista do Gol, que por sua vez, se achou no direito de revidar, seguindo seu caminho como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Assistindo tudo de camarote, fiquei olhando a cena e imaginando quantas vezes aquilo não poderia acontecer, pois sabemos que aquele cruzamento é um dos mais polêmicos da nossa cidade.
Segui meu caminho, pela Dona Tereza, passando depois para a Av. Rui Barbosa, sentido Jardim Helena. Fui discutindo a cena com minha namorada que estava ao meu lado, sobre a imprudência do motorista do Gol, quando fui surpreendido novamente. No cruzamento com a Rua Getúlio Vargas, um carro (no qual não me lembro o modelo dessa vez) fez uma “virada” entrando na Rui Barbosa sem a parada que lhe é obrigatória, me fazendo frear meu carro bruscamente, assim como a motorista daquele Prisma, me deixando assustado e nervoso (assumo), principalmente por estar em minha “mão” e ele desrespeitando meu espaço. Esperei ele passar, e continuei quando no próximo cruzamento, com a Rua Pedro Carlos de Alvarenga, um ciclista também não respeitou o PARE e cruzou bem na frente do meu carro, me obrigando mais uma vez, frear indevidamente.
Pode ser coincidência. Pode não ser.

A imprudência no trânsito ipuanense, não é algo recente.
Vez ou outra, vemos acidentes (de grau leve, em sua maioria) de veículos que não respeitaram as leis de trânsito e causaram danos que poderiam ser evitados.
Me lembro bem que ano passado, eu conversei com um professor amigo meu, que agora reside em Ipuã, mas que veio da grande São Paulo, quando ele me disse que adora o clima ipuanense e a tranquilidade da cidade, mas não se conforma com a irresponsabilidade com que as pessoas lidam com o trânsito aqui.
Infelizmente já presenciamos acidentes de maior gravidade, devido à imprudência. Mas parece que nada que a população presencia lhe serve de lição, pois a cada dia novos acidentes são vistos em nossa pacata cidade.
Sei que eles sempre existirão. Pedir que os acidentes se acabem por completo seria algo injusto, pois isso é praticamente impossível. Temos a sorte de viver em uma cidade como Ipuã, onde é fácil de dirigir e de respeitar os outros ao volante. Peço que usem essa postagem como apelo, aos motoristas que preferem passar na frente correndo ao invés de esperar o outro passar, assim como às autoridades que tomem atitudes visando o melhoramento imediato e a redução de tantos danos que esses acidentes vem causando.
Basta respeitar ao outro, que já é um bom começo.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Nosso ensino médio - Parte II


Continuação da postagem sobre educação.

Exerço minha função de professor desde 2008, passando desde lá, por várias escolas.
Na região, além de Ipuã, trabalho atualmente em São Joaquim da Barra e Orlândia, passando boa parte do meu tempo na estrada. Hoje, o trajeto é feito em meu carro, porém, precisei muitas vezes utilizar do transporte público para me deslocar até as escolas da cidade vizinha.
Ano passado, durante muitos meses, viajei no ônibus utilizado pelos alunos que cursam o ensino médio na ETEC Pedro Badran, em São Joaquim da Barra, e vi quantos alunos estão buscando essa escola. Conforme escrevi na minha última postagem aqui no blog, essa busca pela ETEC vem se tornando uma tradição, o que me preocupou quando me dei conta da quantidade de alunos nossos que viajam todos os dias para tal.
Pensando na situação atual, me veio em mente algo que poderia talvez resolver a situação. Gostaria de deixar bem claro aos meus queridos amigos leitores, que isso se trata apenas de uma sugestão, vinda de um professor que espera ver a sua querida cidade se desenvolvendo.
Acredito que nossos administradores públicos poderiam pensar na hipótese de ser criado um ensino médio municipal. Baseando-se nos padrões da ETEC, tomei a liberdade de sugerir algumas idéias para tal projeto:

Ensino Médio Municipal

- Criar-se-ia um ensino médio municipal totalmente gratuito;
A idéia é acabar com a procura de nossos alunos por um ensino médio gratuito em outra cidade.

- Para a ingressão, seria necessário a realização de uma prova, concorrendo à 40 vagas disponíveis;
A utilização dessa prova pela ETEC resulta em uma grade de alunos selecionados, garantindo teoricamente  um ensino de qualidade.

- Realização de concurso público para seleção de professores de cada disciplina;
Embora que o município já possui sua grade de professores (e de muita qualidade, diga-se de passagem), para a seleção dos professores dessa etapa seria viável a criação de um novo concurso.

- Após divulgação do resultado, realização de entrevista e análise sócio-econômica ou então, exigência de estudo do ensino fundamental II (sexto ao nono ano) na escola pública;
O intuito desse projeto seria privilegiar aqueles que não possuem condições de bancar um ensino médio na rede particular, logo seriam beneficiados aqueles com renda média financeira pré-determinada (eu sei a polêmica que iria dar essa entrevista), ou então, exigir que, para a ingressão, seria necessário que o aluno estivesse estudado desde o 6º ano na escola pública.

- Exclusividade de ingressão para ipuanenses.
Para a ingressão, seria necessário residir em Ipuã. Seria um projeto inteiramente dedicado à nossa terra.

Assim como eu disse anteriormente, isso é apenas uma sugestão minha, que resolvi compartilhar com vocês. Acredito que a educação é a chave para o desenvolvimento.
Estou ciente também que isso não resolveria totalmente o problema, mas sei que é um bom começo, e sinceramente, estamos bem no começo.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Nosso ensino médio - Parte I


Ipuã possui três escolas com ensino médio, sendo que, duas delas são particulares e uma estadual. Além destas, possui mais quatro escolas municipais com ensino fundamental.
A transição do ensino fundamental para o ensino médio é sempre uma questão de discussão, pois muitos pais não aceitam o fato de seus filhos irem para a escola estadual e muita das vezes, não têm condições de bancar o estudo em uma particular. Logo, nasce em Ipuã algo que vem se tornando tradição entre os concluintes do 9º ano do fundamental: prestar a prova para ingressar na ETEC em São Joaquim da Barra.
Todos os anos, a quantidade de alunos que saem de Ipuã na esperança de estudarem na ETEC é enorme, chegando a ser assustadora, principalmente pelo fato de termos três escolas oferecendo o mesmo ensino aqui, e nossos queridos alunos, indo buscar fora.
Então, surge a questão: por que buscar fora o que oferecemos dentro de casa?
A resposta é simples: grande parte da população busca para si um ensino de melhor qualidade possível, e mais que isso, ensino gratuito. A grande vantagem das ETECs, em relação às outras entidades de ensino público, é que seus alunos são selecionados por "vestibulinhos". A ETEC de nossa cidade vizinha recebe alunos de toda região, e por ano, 120 novas vagas são abertas, ou seja, teoricamente os 120 melhores alunos da região ingressam todos os anos.
Para aqueles alunos que não conseguiram tal aprovação, resta aos pais (aqueles que não querem seus filhos na rede estadual) matricularem seus alunos na rede particular, o que representa a minoria da população. A rede privada de ensino médio vem dominando os vestibulares mais concorridos do país, e de fato, é aquela que, segundo os números, apresenta o domínio total na qualidade de ensino. Mas os níveis salariais da maioria da população, ou então, a quantidade de filhos por família, os impedem de poderem bancar o ensino dos filhos nessa fase.
Onde está o erro de tudo isso? De fato, a rede estadual perdeu um pouco de sua credibilidade com a população, fazendo que os pais procurem outras alternativas de ensino para seus filhos, mostrando a indignação com a atual situação do nosso sistema de ensino.
Como professor, já trabalhei em ambas, tanto na pública quanto na particular, e sei a diferença que possuímos, me tornando também mais um que torce por uma melhoria em nosso sistema público de educação. Tamanho declínio pode ser caracterizado por diversos fatores, dentre eles, o próprio governo, os alunos, a família, os professores, mas, de uma maneira geral, deve-se ao sistema (na minha humilde opinião) o descontrole de tudo.
O que poderíamos fazer então? Acho que, particularmente muito pouco, mas alguns tópicos poderiam ser vistos com mais atenção:

- Voto consciente em pessoas que possam demonstrar algum tipo de renovação quanto à educação do país;
Realmente, sei que não é fácil saber quem é ou não capaz de receber tal tarefa.

- Participação mais ativa da família na educação de seus filhos;
Já participei de reuniões absurdas em quem apareceram 5 pais dentre os 45 que deveriam estar presentes. Já presenciei até o fato da escola estar premiando a sala em que trouxesse maior número de pais para a reunião. Lamentável.

- Maior reconhecimento profissional e salarial dos professores;
A profissão realmente precisa ser mais reconhecida, pois ninguém mais quer ser professor. Basta olhar a concorrência no vestibular quanto aos cursos para professores. Além do mais, várias faculdades particulares da região vêm fechando diversos cursos de formação para professores devido à falta de procura.

- Maiores cobranças e punições para os alunos;
A acomodação dos alunos hoje é monstruosa, basta analisar o nível em que muitos de nossos alunos estão chegando no ensino médio. Será que não é isso que o governo quer?

Realmente, a situação da educação brasileira é alarmante. Algo precisa ser feito, e logo. E o que penso para Ipuã quanto à isso, postarei aqui em breve.

sábado, 7 de julho de 2012

Ipuã, um bom lugar para se viver


                  Eu já fui funcionário do comércio ipuanense, para ser mais exato, entre os anos de 2001 e 2004. Na época, enquanto esbanjava energia com meus 15 anos de idade, atravessava Ipuã de ponta a ponta fazendo entrega de despesas em minha bicicleta azul. Caixas e mais caixas balançando sobre o cargueiro da bicicleta eram minha rotina, conhecia o nome de todas as ruas ipuanenses, assim como a numeração das casas. Foi uma época agitada, pois, a vida de quem trabalha em supermercado não é fácil. Não há finais de semana, domingos ou feriados, e o trabalho não falta de segunda à segunda. O movimento  é intenso o dia todo.
                Hoje, praticamente 10 anos depois, um fato me chama a atenção: o quanto Ipuã cresceu de lá para cá. Me lembro que alguns endereços me desanimavam por suas distâncias, como por exemplo, a Rua Bráz Ferrari, na época, a última rua do conjunto habitacional (hoje, não mais); lembro-me também, que a Av. Alberto Conrado, terminava em frente à antiga "Escola Profissionalizante", já hoje, o Jardim Helena tomou conta daquela região; o Jardim Paraíso (atrás da lagoa) nem existia, havendo ali pouquíssimas casas e algumas chácaras (como eu atolei naquele barro), e hoje, trata-se de um bairro nobre de nossa cidade, isso claro, sem contar com os loteamentos que estão vindo por aí.
                O crescimento de Ipuã foi algo espantoso, tenho certeza que nem os mais otimistas poderiam imaginar tamanho crescimento em tão pouco tempo. Algo que nos orgulha, e que merece congratulação de todos.
                Porém, algo vem deixando a desejar.
                Se compararmos hoje com aquela minha época de entregador, veremos que nem tudo mudou tanto assim. Tínhamos praticamente três empresas de grande porte em nossa cidade, os dois frigoríficos e a multinacional. Hoje, adivinhem o que temos? Praticamente a mesma coisa. E o que é pior, recentemente, um dos frigoríficos fechou as portas, abrindo um grande quadro de desemprego.
                Apesar de todo crescimento de nossa querida cidade, continuamos com as mesmas fontes de renda,  pois, além dessas empresas citadas, temos as usinas que cercam Ipuã, o comércio local e a Prefeitura Municipal como maiores empregadores. Esta última por exemplo, com um quadro de funcionários invejável, (concordo que isso é bom, pois gera uma quantidade enorme de empregos), porém, acho que a folha de pagamentos deve ser algo assustador. Imagino o quão poderia utilizar esse dinheiro em investimentos, caso diminuíssemos o sobrecarregamento de funcionários na prefeitura através de outras fontes de emprego. Não apareceram, desde aquela época, novos empregadores e investimentos. Estou ciente das novas lojas que vieram pra cá, assim como desenvolvimento de alguns pontos comerciais, mas sabemos que precisamos de mais. Como estou ligado diretamente aos adolescentes, quando sou questionado sobre cursos que eles estão buscando, muitas vezes sou obrigado a aconselhá-los a buscar novos horizontes, pois em Ipuã, alguns trabalhos são praticamente inviáveis.
                Em mais uma de minhas visitas à Sessão da Câmara Municipal, presenciei o assunto sobre expandir o distrito industrial de Ipuã, o que consequentemente traria mais pequenas empresas, aumentando o número de empregos por aqui, o que já é um ótimo negócio, mas claro, não a solução de todos nossos problemas.
                Sou filho dessa terra e acredito na sua capacidade de crescer ainda mais e se desenvolver. Aguardo ansiosamente o dia em que verei o nome de Ipuã sendo destaque pela iniciativa de seus administradores em tornar nossa cidade um ótimo lugar para se viver, muito mais do que ela já é.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Campanha Solidária


O Portal Ipuã (www.portalipua.com.br) está mobilizando toda população para uma campanha solidária.
O Objetivo da campanha é a doação de leite, que será encaminhado ao Hospital de Câncer de Barretos.
Os interessados devem deixar o leite na “Madeireira do Ricardo” ou na Loja “Marcos e Martins”.
O prazo de arrecadação será até o dia 06/07/2012 (próxima sexta-feira).
Faça bem ao próximo. Não deixe de doar.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

O Projeto Evolução


O brasileiro em geral possui uma grande virtude: ajudar o próximo. Não é difícil escutar que pessoas recebem ajudas de todos os cantos do Brasil, principalmente, se a mesma está passando por dificuldades. A solidariedade parece ser um “brinde” que todo brasileiro já traz desde seu nascimento.
Eu só vejo um problema nessa virtude: as pessoas esperam ser procuradas para poderem ajudar, não buscando por aqueles que necessitam. E é por esse motivo, que é tão bom destacar iniciativas de anônimos.
Dias atrás, eu pude conhecer o Projeto Evolução, no bairro da Capelinha, e confesso que me surpreendi com a execução de tal projeto.
O Projeto Evolução trata-se de uma escolinha de futsal para crianças, mas, essa ideia vai muito mais além do que uma simples iniciativa esportiva. Como o próprio nome diz: “Projeto Evolução, uma parceria entre o esporte, a educação e o meio ambiente”, o projeto trabalha a conscientização das crianças quanto a importância dos estudos, da boa educação, meio ambiente e atitudes solidárias.
Evandro José de Pina e Verônica Aparecida Lopes Pina, seus idealizadores, trabalham com investimento próprio, dependendo às vezes de doações de brindes e outros tipos de apoio da comunidade. Eles acreditam que podem fazer a diferença com esse projeto, e eu, particularmente, também acredito.
Além das aulas de futsal, os garotos devem também apresentar boas notas no boletim escolar, e manter a disciplina durante os treinos, pois, o desrespeito de tais regras acarreta em suspensão direta.
Na última semana, o projeto realizou a arrecadação de caixas de leite para o Hospital de Câncer de Barretos, conseguindo uma quantidade considerável.
Venho parabenizar Evandro e Verônica pelo trabalho realizado com essas crianças, e divulgar esse trabalho tão especial que ambos vêm fazendo, pois essas iniciativas nos mostra o quão podemos fazer pelas pessoas, sem esperar algo em troca.

Se alguém quiser conhecer mais sobre o Projeto Evolução, pode conferir as matérias apresentadas no site Portal Ipuã nos links abaixo.

 1º link:

2º link:


Algumas imagens do Projeto Evolução:


 Entrega de balas no Natal 2011.


Entrega do troféu durante o torneio interno realizado por Evandro.


Festa junina de confraternização entre os alunos do projeto.


Arrecadação de caixas de leite para o Hospital de Câncer de Barretos.